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Internet das coisas e segurança: como não errar na estratégia

A Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) está cada dia mais próxima de integrar a rotina de pessoas e empresas, conectando dispositivos móveis aos mais variados utensílios. Essa tecnologia traz novas oportunidades para os provedores de serviços de internet, mas também alguns desafios, principalmente com relação à segurança da informação.

Dispositivos IoT, assim como o Big Data e a computação em nuvem, chamaram atenção para a segurança na rede. Na edição deste ano da Futurecom 2017, não faltaram exemplos de aplicações possíveis de Internet das Coisas. O que demonstra a importância dos provedores de internet se atualizarem para oferecer soluções inteligentes e específicas para cada tipo de aplicação e escala de consumo.

Com a popularização de IoT, uma boa conexão de internet irá viabilizar o monitoramento das câmeras e alarmes de segurança de uma casa, persiana ou cafeteira com auxílio de um smartphone. Tudo isso já acontece em determinados segmentos ou localidades e está intrinsecamente associado aos serviços de internet.

Hoje em dia, já são pensadas soluções de IoT para praticamente todas as áreas, desde o setor da indústria até a área da saúde e de transportes conectados. De acordo com o estudo realizado pela Frost & Sullivan, o mercado de Internet das Coisas (IoT) no Brasil movimentou US$ 1,35 bilhão em 2017. A estimativa de crescimento é ainda mais expressiva, ainda segundo o estudo, em 2021 o mercado de IoT no Brasil deve alcançar receitas de US$ 3,29 bilhões.

Internet das Coisas: como adaptar a estratégia do provedor para garantir a segurança da informação

Com a democratização de tecnologias inovadoras, os provedores de internet, especialmente os de menor porte, precisaram reinventar a gestão e investir fortemente na modernização do modelo de negócio. Como se trata de uma tecnologia ainda em constante evolução, existe pouco conhecimento no desenvolvimento de ações de segurança, trazendo enorme exposição de dispositivos IoT a riscos de ataques e perda de informações dos usuários.

A falta ou a lentidão na conexão de internet também é outra preocupação. Atualmente, esse problema adia o carregamento de um vídeo nas plataformas digitais, o bate-papo com os amigos ou a atualização da rede social. No futuro, uma internet ruim poderá parar uma casa inteira. Para se tornar cada dia mais competitivo num cenário complexo é inevitável oferecer conexões cada vez mais rápidas e menos instáveis aos usuários.

Apesar de ainda não haver leis ou regulamentação específicas para controlar o acesso a dados dos usuários conectados a todos esses objetos conectadas, a Anatel estima que até o segundo semestre de 2018, o Decreto Presidencial com as diretrizes nacionais para a IoT estará definido.

A normatização é um fator que deverá impulsionar a necessidade de os provedores de internet se atentarem para as oportunidades de aumento de eficiência, redução de custos, questões de privacidade e os riscos cibernéticos associados à aplicação do conceito da Internet das Coisas. Confira as principais tendências tecnológicas que o seu negócio precisa ficar de olho.

É necessário investir em segurança de dados como sendo mais um serviço disponível. Assim, os usuários passam a ter maior confiança em contratar o provedor pelo fato de se sentirem mais seguros em relação a riscos e perdas comparado à concorrência.

A necessidade do provedor estar preparado para novos cenários mais complexos é ainda maior quando se trata de dispositivos IoT, pois eles geram muitos dados e podem colocar a segurança dos usuários em risco. Veja como se tornar um provedor de sucesso – dicas para vender melhor com pouco investimento.

Quer conhecer outras dicas de como os ISPs brasileiros podem aproveitar as oportunidades geradas pelo IoT? Acesse outros artigos no Blog da Cianet!

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