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Aprenda a escolher a topologia mais indicada para redes ópticas

Os cabos de fibra óptica são, sem sombra de dúvidas, tecnologia de ponta. A transmissão de dados nesse suporte é feita mediante envio de um sinal de luz e informação digital a longas distâncias. Esse material é composto por um filamento de sílica e de plástico, por onde é feita a transmissão (LED ou lasers semicondutores). Ainda que sejam mais caros, os cabos de fibra óptica proporcionam uma conexão mais estável aos clientes – principalmente, pelo fato de que não é passível a interferências (de ruídos eletromagnéticos e rádio frequências). No entanto, para oferecer redes ópticas de qualidade, seu provedor deve escolher a melhor topologia para cada cliente.

As redes ópticas interligam seus dispositivos de diversas maneiras a fim de economizar recursos ou garantir redes redundantes. Esta é uma escolha que o provedor deve realizar, podendo ainda ser uma mescla das duas. Entre as topologias mais usuais estão: ponto a ponto, barramento, anel ou estrela.

Veja as nossas recomendações de topologia de redes ópticas para cada caso:

Ponto a ponto

Essa é a topologia mais simples de todas. Nesse caso, há a união de dois computadores, por exemplo, por um meio de transmissão qualquer. A partir de uma conexão ponto a ponto podem ser formadas novas topologias, além de novos nós na estrutura. Redes ópticas ligadas ponto a ponto são, portanto, mais propícias a ramificações e sofrem perdas de dados mais baixas quando comparadas às outras topologias.

Barramento

Formato bastante comum na utilização de cabeamento coaxial permite que os nós sejam ligados à um barramento central. O sinal é compartilhado entre todos os nós da rede. Seu controle pode ser centralizado ou distribuído. No meio óptico, essa topologia de redes ópticas tem ganhado cada vez mais espaço com a utilização de splitters desbalanceados. Nesse formato, uma fibra óptica pode conectar até 64 usuários em uma rede GEPON.

Anel

Nesse formato, o usuário 1 conecta-se ao usuário 2, o usuário 2 conecta-se ao usuário 3 e assim por diante, e por fim o último volta a se conectar com o usuário 1. A informação transmitida por cada nó é repassada a todos os outros nós e, assim, a reutilização de comprimentos de onda é impossibilitada, a menos que se usem diversas fibras na conexão entre cada usuário. Essa topologia de redes ópticas facilita o gerenciamento e possui maior imunidade a falhas – dada a possibilidade de utilização de anéis de backup em caso de rompimento em algum ponto, o que faz com que o sinal continue trafegando no sentido oposto.

Estrela

Neste caso, há um nó central que gerencia a comunicação entre as estações e, ao mesmo tempo, determina a velocidade de transmissão e converte os sinais transmitidos por protocolos diferentes. Os dados nesse tipo de topologia de redes ópticas não irão passar por todos os usuários, eles serão enviados diretamente ao equipamento situado no nó central.

Árvore


Este modelo de topologia é amplamente utilizado quando o modo de divisão da rede PON se dá através de splitters balanceados. Desta forma o concentrador de rede fica centralizado seguido de dois a três níveis de ramificações, as divisões.

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